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Compro, logo existo
 


Beluska out/inv 2010

 

a Beluska é a única loja em Curitiba a possuir a coleção de inverno da CIA MARITIMA.

Venha conhecer os produtos e conferir a linha completa !!!

 

 

  

                                             

Bom gosto, equilíbrio e tranquilidade resume a coleção outono inverno da Cia Marítima.

Confira lá na Beluska, mais informações acesse www.beluska.com.br

 



Escrito por erika lee às 10h05
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Compro, compro e compro!!!

 O ideal nasce de verdades que manifestam em fragmentos decifráveis por meio de sinais. Afirmação presente no imaginário judaico-cristão. Na Bíblia sagrada, Deus manifesta suas mensagens por sinais. Decifrar os sinais é o grande desafio. Porém os sinais podem ser mal interpretados e sofre contradições, a diferença entre o tolo e o sábio é que ele usa “os olhos para enxergar e ouvidos para ouvir”.

 

 “A semiologia, ciência que estuda os signos no interior da vida social, define sinal como sendo um ‘fato imediatamente perceptível que nos faz conhecer uma coisa a propósito de outra que não é.’ Semprini, 1994.”

                                                                                    Dario Caldas, 2004.

 

 Tendências não são certezas, mas uma metodologia que é necessária para base de gurus do marketing e profissionais que manipulam afirmando possibilidades como certezas. Não há nada de errado com o fato de distanciar-se dos paradigmas da ciência, embora é exatamente o que as empresas precisam neste momento. Nas áreas de moda, automobilística, alimentícia, de serviços, indústria de fragrâncias ou a moveleira.

 Vamos pesquisar mais, posicionar estratégias de comunicação e otimizar a gestão de marcas e produtos.

 

Vejam a redundância em diversos segmentos:

 Por exemplo: a afirmação de 1990, que “Moda é Comportamento” foi interpretada pela população como comportamento é moda. Assim, a aparência, a roupa “dita” o que sou, de como me comporto, mera aparência o que a moda carrega. Comportamento é uma ciência complicada, pois estuda a psicanálise, sociologia, antropologia numa análise bem mais profunda que se encontra num feeling de livros de etiqueta.

 

 Uma pesquisa aplicada pela agência AMP; De acordo com seu hábito de consumo, foram classificadas em 4 segmentos:

 

Responsáveis Satisfeitas (20% das entrevistadas) – não influenciam as outras e não mudam de opinião com facilidade. São leais as marcas e não ligam com a opinião alheia e muito menos por status. São conservadoras, só compram o necessário.

 

Híbridas Naturais (34%) – caçadoras de novidades podem ser consumidoras e poupadoras, práticas e impulsivas, depende da situação. Buscam produtos com tradição e qualidade. Confiança e discernimento.

 

Integradoras Sociais (35%) – organizadoras de eventos e vida social intensa. Relacionar é muito importante. Procuram estarem bem informadas e atualizadas, novos produtos e boas ofertas e adoram estar na frente das outras e poder incentivá-las. Consomem mais do que poupam.

 

Artistas Culturais (11%) – buscam e compartilham novidades. Estão a frente de manifestações culturais e formam tendências. Impulsivas, fazem muitas compras, sempre movidas pelo emocional, facilmente manipuladas e abraçam atitudes modernas, como o consumo inteligente por produtos orgânicos, ou roupas recicláveis.

 

A pesquisa generaliza os perfis de comportamento de consumo, entretanto as pessoas estão mais seguras e pensam ao consumir. Aprisionar hábitos de consumo de milhões em poucos segmentos está cada vez mais difícil. Afinal, o ser humano é um universo de enigmas a ser desvendado. Sentir e descobrir suas necessidades e desejos é um desafio intrigante.

 

REFERÊNCIAS

 

CALDAS, Dario. Obesrvatório de Sinais. Senac. Rio de Janeiro. 2004.

 

www.marketing.spaceblog.com.br. 28/02/2008.

 

Imagens: Net 

       

 

 



Escrito por erika lee às 17h15
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ÉEE Natal!!!

Final de ano...amigo secreto, festas de encerramento, troca de presentes e o momento de comprar aquela roupa especial... A publicidade tem por tarefa divulgar as características deste ou daquele produto e promover-lhe a venda. Esta função “objetiva” permanece em princípio sua função primordial. Se resistirmos cada vez mais ao imperativo publicitário, tornamo-nos inversamente mais sensíveis ao indicativo da publicidade, ou seja, à sua própria existência enquanto segundo produto de consumo e manifestação de uma cultura. Aos que negam o poder da publicidade não entenderam a lógica particular de sua eficácia. Não se trata mais de uma lógica do enunciado e da prova, mas sim uma fábula. (não acreditamos nela, mas a mantemos)

 

 

O lindo coral curitibano e                                       a torre iluminada de Paris

 

 Na realidade o “produto”, ou o “presente de natal” não persuade ninguém, serve para racionalizar a compra que ultrapassa os motivos racionais.

 É a tradicional fábula de Papai Noel, as crianças não questionam sua existência, nem relacionam com os presentes, a crença no Papai Noel é uma fabulação racionalizante que permite na segunda infância (quando adultos) a miraculosa relação de gratificação pelos pais, parentes, amigos, entes queridos. Esse romanesco não é artificial, pois se funda no interesse recíproco que as duas partes têm em preservar essa relação.

 

 

 

O Papai Noel não tem importância e a criança só acredita nele porque no fundo não tem importância.  O que ela deseja através desta ficção, deste álibi (que acreditará mesmo quando deixar de crer) é um jogo da milagrosa solicitação dos pais e as cautelas que tomam para serem cúmplices da fábula. O presente é apenas a recompensa de tal compromisso.

 Assim a eficácia da publicidade em atuar numa lógica da crença e da regressão.

 Afinal de contas quem não curte retornar a momentos lúdicos da infância? Sonhar é preciso, festejar com as pessoas queridas é o máximo!!!

 

 

 Feliz Natal para você, tenha maravilhosos momentos com seus amigos e parentes, e que venha mais um ano repleto de esperanças e desafios a serem conquistados!

 

 REFERÊNCIAS

 

BAUDRILLARD, Jean. O sistema dos objetos. Editora Perspectiva. São Paulo, 1997.

 

KANT, Immanuel. Crítica da Razão Prática. Editora Martins Fontes. São Paulo 2002.

 

www.circuitoabc.com.br

 

www.arquidiocese-bh.org.br

 



Escrito por erika lee às 17h03
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Beluska no Batel

Beluska abre loja temporária no período de festas

 

Para atender a grande demanda de clientes e pedidos do período de festas de final de ano, a Beluska abrirá em dezembro as portas de sua loja temporária, que ficará em funcionamento até o dia 24/12 no Batel. A ideia das lojas temporárias surgiu em 2004, quando a designer Rei Kawakubo abriu uma unidade da Comme des Garçons em Berlim. A moda pegou, prova disso foi a abertura da temporária Louis Vuitton em Tókio neste inverno e da Hermés em Nova York. “O conceito permite tanto testar demandas de novos mercados quando aproveitar movimentos de altas temporadas”, explica a estilista Bel Raad, da Beluska.

  Coleção verão 2009

Aberta todos os dias das 10h às 20h, a loja oferecerá produtos próprios (como a coleção verão 2010 intitulada Safári Urbano - foto), peças das marcas Forum, Mara Mac, Maria Garcia, GO, Cia Marítima e Havaianas e acessórios Beluska e Wishes.

Junto com a unidade temporária, a Beluska inicia a pontuação do seu Cartão Fidelidade, com o controle de pontos para futura geração de bônus. A cada mil pontos, o cliente ganhará um par de Havaianas, promoção válida também a partir de dezembro.

A matriz da Beluska, instalada no Juvevê, permanece com funcionamento das 9h às 19h e segue com a comercialização de multimarcas para o varejo (ação que integra o novo plano de negócios da marca, implementado em setembro) e venda de coleção própria no local. Loja temporária Beluska: Rua Carneiro Lobo, 340, esquina com Silva Jardim. Estacionamento no local. Informações: (41) 3042-1801 – www.beluska.com.br

 

Foto: Fabiana Guedes

 

 

Serviço – abertura loja temporária Beluska

Data: 01/12 – terça-feira

Funcionamento: das 10h às 20h

Local: rua Carneiro Lobo, 340

Informações: (41) 3042-1801

 

Informações para a imprensaBásica Assessoria de Imprensa

Assessoria de imprensa Beluska

Jornalista responsável: Daniela Licht – MTB 3791/15/15v

Fone: (41) 3019-9092 / e-mail: daniela@basicacomunicacoes.com.br

Patrocínio

   

 



Escrito por erika lee às 16h06
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Mata Hari

O estilista mineiro Ronaldo Silvestre foi convidado para desfilar sua coleção na casa de criadores em São Paulo neste final de ano.

 Para quem não o conhece, Ronaldo desfilou nas mais importantes semanas de moda brasileira, como o Parana Business Collection, o Dragão Fashion em Fortaleza, e agora no mais respeitado lançador de talentos do Brasil, a Casa de Criadores.

 Segue seu conceito, as cartelas de cores e materiais. Técnica e maestria inspiradas nas musas que marcaram época, Ronaldo prova mais uma vez sua arte em construção entre o corpo e a moda feminina.

 

1876 - Mata Hari

 

1876 marcam o início de uma grande história que instiga e fascina o mundo moderno. No fio de uma vida cheia de mistérios e segredos vasculhamos o baú dos desejos e descobrimos Margaretha Zelle. Uma jovem de origem holandesa que anos depois se tornou a musa inspiradora do cinema e uma das mulheres mais polêmicas do século XX.

Entre as muitas referências descobrimos o perfume 1876, cujo nome evoca o ano de nascimento da legendária Mata Hari. No nuances de aromas e combinações de 12 essências nasce à Coleção Inverno 2010, que na alquimia dos aromas retrata a vida de Mata Hari como uma receita de perfume:

Dentre todas as flores, a rosa é a mais perfeita para simbolizar Margaretha Zelle. E é justamente em torno da rosa que se desenvolve 1876. Cada etapa de evolução do perfume parece lembrar um período da vida de Margaretha.

A abertura conjuga força e singeleza com a bergamota, a mandarina e uma tímida nota de lichi sugerindo o frescor da juventude daquela que procurou no casamento segurança e estabilidade.

Ao viço inicial, uni-se um certo romantismo, com a entrada em cena da rosa. Porém, a luminosidade juvenil dura pouco, e a uma nota de cominho e canela se junta a rosa, insinuando o exotismo da vida em Java. As cores e temperos da ilha estão aqui representados.

O caráter exaltado da associação entre rosas e especiarias é logo apaziguado pelo requinte da violeta e do cravo. Exotismo e elegância que transformam Margaretha em Mata-Hari.

A violeta faz-se cada vez mais presente, enquanto o cominho perde o poder. A fase final é uma bela simbiose entre rosas e violetas em um fundo de vetiver e sândalo. As especiarias ainda estão presentes, mas distantes, ao fundo.

O grande final é uma etapa espetacular, onde a extravagância do cominho e da canela é finalmente vencida pela sofisticação da violeta. Uma harmonia que poderia ser traduzida pelo cenário Art-Nouveau do antigo Elysées Palace Hotel, que serviu de última residência a Margaretha Zelle.
A linguagem olfativa da rosa é definida pela dualidade entre força e delicadeza. Uma elegância contida, que nunca se revela completamente, como Margaretha Zelle... E como Mata-Hari.

 

Croquis...

 

  

Ficha técnica:  

Cores: Marrom canela, turquesa, preto, vermelho, amarelo, roxo e tons de folhas com mel.

Formas: Fluidas x armaduras, a leveza da dança contrapondo aos uniformes militares.

Detalhes: Flores e colares de materiais reciclados (PET, papelão, garrafas de amaciantes, folhas de revistas de moda “VOGUE”).

Bordados e Bolsas: Desenvolvidos no Projeto Social “TECENDO ITABIRA” executado por 40 mulheres dentro da comunidade carente de áreas de risco na cidade de Itabira / MG.

Imagens: Ronaldo Silvestre

Patrocínio

   



Escrito por erika lee às 14h53
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